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O certo que parece errado

imagem retirada da internet
O que pensar quando aparentemente tudo está errado?  Normalmente quando algo de errado ou ruim acontece na vida da gente, temos o péssimo hábito de reclamar. Reclamamos com Deus, pois afinal, nem sequer lembrou-se de nós. Reclamamos com os vizinhos, com o motorista da frente, com o carteiro, com o vigia, com o amiguinho do filho, enfim, tudo conspira contra nós e para nossa infelicidade.
Será mesmo que tudo está dando errado, ou nosso modo de enxergar a vida não está muito claro? Você já parou para pensar, em como aquela situação poderia ser diferente, para melhor ou mesmo para pior?
Muitas vezes, alguma coisa dá errado para que um erro muito maior seja evitado. Tenho como provar isso? Claro que não! Mas aí se encontra a confiança em Deus e nos seus propósitos para cada um de nós.
Hoje, como quase todos os dias, levantei cedinho, preparei o café da manhã, organizei as coisas para a minha filha se arrumar para a escola, mas, diferente dos outros dias, às quartas-feiras, minha filha não vai com a perua escolar, devido às mudanças de horários da escola, por isso, preciso da ajuda do meu marido que espera um pouco para sair de casa para trabalhar, pois dessa forma não preciso tirar a filha caçula de apenas dois anos da cama. Até aí, tudo dentro da mais perfeita ordem. Quando vou estacionar em frente à escola para minha filha descer do carro, um pedaço de guia fora do lugar, e pronto, bato a roda do carro e simplesmente rasga o pneu. Isso mesmo! Um pneu rasgado logo cedo. Em outras épocas, eu iria xingar, reclamar, esbravejar e culpar o mundo. O dia estaria acabado. Sobraria para minha filha, para os alunos que estavam passando, a vizinha da escola que apareceu para oferecer ajuda, e até para o senhor que gentilmente se ofereceu para trocar o pneu.
Mas hoje, graças a Deus, consegui manter-me tranquila, organizei meus pensamentos e resolvi agir da seguinte maneira: primeiramente, encaminhei minha filha à escola. Em seguida, liguei para o meu marido e pedi para que sua mãe viesse ficar com nossa pequena Júlia, para que ele pudesse ir trabalhar e, só então, fui cuidar do pneu. Logo, um senhor, vizinho da escola veio me ajudar (ajudar é modo de dizer, ele veio solucionar meu problema), um senhor que não tinha nada a ver com a situação, mas, que não pensou duas vezes em sujar suas mãos.
Quando voltava para casa, fiquei a refletir sobre tudo isso logo de manhã. Quais as verdadeiras razões para esses acontecimentos na vida da gente? Não é o fato de ter ocorrido logo cedo. Fatos assim acontecem o dia todo e muitas vezes nem notamos. Será que não poderia ter ocorrido algo mais grave no caminho, se eu não tivesse “perdido” aquela meia hora para trocar o pneu? Será que esse imprevisto não foi providencial para a minha segurança? Não temos como provar, apenas acredito que nada acontece por acaso e por isso, agradeci muito a Deus pelo cuidado. Não reclamei, nem mesmo de ter que gastar para consertar o pneu e resolver o problema. Talvez meu gasto pudesse ser ainda maior, ou mesmo um gasto que dinheiro pudesse não resolver.
Confie que algo muito além de nossas forças rege esse Universo e acredite sempre, que tudo acontece de acordo com Sua vontade, mas, que nossos pensamentos e intenções podem afetar os resultados, por isso, devemos vigiar e orar nossos atos, pensamentos e palavras. Deus não dorme em serviço, quem cochila, somos nós...

Sinto-me melhor

Hoje posso dizer que me sinto melhor...

Na última semana, não consegui anotar meus pontos e confesso que a ansiedade tomou conta em certos momentos; alguns instantes de descontrole reapareceram, mas, diferente das outras tentativas, consegui restabelecer meus pensamentos e minha determinação.


imagem retirada da internet

Sei que cada dia é um novo começo e que esse começo é feito minuto a minuto. Não posso deixar que um minuto de descontrole acabe com um dia inteiro.

Não posso exigir que em poucos dias, a vida entre em um ritmo de relógio extremamente preciso. Os ponteiros da minha vida, quero ajustá-los pouco a pouco, para que nunca mais saiam do eixo. Comecei a valorizar cada pequena coisa que consigo e não ficar estagnada esperando uma grande mudança para pensar em valorizar. Mesmo que essas pequenas coisas satisfaçam apenas o meu interior e que ninguém possa nem ao menos percebê-las, procurarei valorizá-las.


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Cansei de querer parecer com pessoas diferentes de mim e com isso, martelar na minha cabeça coisas que não consigo ou que não gosto de ser e fazer. Quero virar esse jogo e aprender a dar valor nas coisas que sei e que gosto. Se os outros querem gostar de mim assim, ficarei feliz, se não quiserem não posso fazer nada. Chega de viver querendo agradar quem nunca estará satisfeito com nada. Quem exige dos outros sua imagem e semelhança. Sou feliz como sou e com o que tenho. Melhorar, claro!!! É para isso que estamos aqui, mas quero melhorar a minha maneira, para me agradar em primeiro lugar e agradar também os que me amam e me querem bem.

O simples fato de ter dado algumas escorregadas em meu objetivo de emagrecer e equilibrar meus pensamentos na semana passada e de estar totalmente renovada nessa semana é o suficiente para me sentir muito melhor... mostra que aos poucos posso e vou alcançar meus objetivos.

Desejo à todos muita felicidade. Seja feliz ao seu modo, descubra em seu coração a sua verdadeira força e lute para melhorar e ser feliz a cada dia!!!

Um desabafo

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Com certeza essa não é uma das melhores semanas... nem tudo está equilibrado, nem tudo tão sob controle. Alguns deslizes pelo caminho, mas o que mais me agrada em tudo isso é que em meus pensamentos mantenho firme a ideia de não desistir. Em outras tentativas, já no primeiro dia, no primeiro deslize, meus pensamentos corriam para a ideia de abandonar tudo pois não teria forças para continuar (o que na verdade mal tinha começado).
Dessa vez sinto uma diferença: consigo manter meu ideal de seguir na luta. De não abandonar meus propósitos e continuar tentando. Cada novo dia é uma nova estória. Se escorreguei de manhã, quem disse que não posso melhorar a tarde? Não é uma questão de compensar o deslize e sim de não fazer com que ele aumente.
Alguns momentos de desânimo, de muito sono, uma sensação de abandono de tudo e daí resulta nesse descontrole. Não tive até agora meus rompantes de ataques à tudo, mas, alguns pequenos deslizes. Isso para mim, já devo considerar uma vitória. Um dia ainda terei coragem de contar o que fazia (se Deus quiser não farei mais) nos meus desesperos por comida.
Por enquanto é só...

Lar doce lar


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Você já imaginou colocar uma placa de lar doce lar e ficou imaginando ali sua moradia perfeita? Como seria essa moradia? Uma casa muito bem localizada, em um bairro pacífico e aconchegante de se viver. Uma casa muito bem planejada e com uma decoração acolhedora, mas, que ao mesmo tempo que fosse prática e moderna, fosse também emoldurada de suas lembranças e vivências. Você pode até imaginar a cor das paredes, os tapetes e o estofado. A cozinha dos sonhos onde pudesse preparar uma refeição para reunir todos os amigos e ali curtir um delicioso bate papo. O quarto com aquela cama maravilhosa, bem arrumada com lençóis super macios e travesseiros perfeitamente colocados. Uma linda varanda para ver o dia amanhecer e também observar uma bela noite de luar. Enfim, cada um deve ter imaginado a sua casa dos sonhos... cada um tem os seus ideais e os seus planos.

Mas, eu não falo desse lar doce lar físico e sim do nosso próprio corpo. Esse é o verdadeiro lar doce lar de cada um. Certa vez eu mesma disse uma frase e que hoje me fez refletir sobre isso que escrevo: "Temos pena de jogar algum alimento que sobrou no lixo, mas não temos pena de ingeri-lo mesmo quando não temos a menor vontade de comê-lo".


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Quem nunca ouviu alguma coisa semelhante a isso: "Come senão vai acabar sobrando e indo parar no lixo". Não quero dizer que devemos jogar comida no lixo. Devemos valorizar os alimentos, afinal, quantas pessoas nem sequer tem o que comer. Mas não temos pena de mandar garganta abaixo aquilo que não queremos e não precisamos mais no momento. Acho que devemos valorizar um pouco mais esse nosso lar chamado corpo. Também não estou aqui fazendo um culto ao corpo perfeito, com medidas padrões e pré estabelecidas. O que quero dizer com corpo perfeito é um corpo saudável e que te faça sentir bem.

Por isso, resolvi chamá-lo de lar doce lar. Esse lar de cada um deve ser do tamanho que necessita, decorado como você queira e ter a sua identidade para que você sinta-se bem dentro dele. Ele não deve ser maior nem menor do que seus sonhos. Ele não precisa ter aquela medida que estava na revista mas que você acha que não tem nada a ver com você. Ele precisa ter a medida que você quer. Ser decorado e aconchegante para você sentir-se bem em primeiro lugar pois aí, tenha certeza, todos aqueles que te visitarem poderão sentir essa harmonia que você instalou dentro do seu lar doce lar.


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Eu resolvi reorganizar meu lar doce lar e quero que todos possam acompanhar essa reforma e que em breve (não tenho pretensão de determinar datas), quero poder convidar os amigos para a inauguração de um lar mais feliz, mais harmônico e que eu consiga espalhar a minha felicidade para todos aqueles que compartilharem essa reforma comigo.

Que cada um seja feliz com o seu lar e se por acaso, seu lar não estiver te agradando muito, não tenha receio: troque o sofá de lugar, pinte uma parede, traga um vaso de flores para a sua janela e deixe o sol entrar e iluminar sua vida, aquecendo seu coração e alegrando quem estiver no seu caminho.

Seja feliz em seu lar doce lar.

A Dieta dos Pontos

Hoje quero compartilhar neste espaço minha experiência com essa dieta. Nunca fui a favor de dietas milagrosas que emagrecem muito em pouco espaço de tempo. Também nunca tive paciência com aquelas dietas pré estabelecidas onde se tem um cardápio pronto e com isso você não consegue comer fora daquela lista.

Não tenho nada contra as pessoas que se adaptam a esse tipo de dieta, mas para mim, obrigada, eu não quero. Também nunca quis tomar remédio para enibir o apetite pois não quero ficar escrava deles.

Contarei um pouco da minha estória para que vocês possam entendê-la melhor: desde a infância comecei a ficar um pouco mais gordinha que o normal, mas naquela época, gordura era sinal de saúde, até virar motivo de risada...

Aos 10 anos minha mãe começou a procurar alguma atividade física que me interessasse para poder ajudar a emagrecer, além claro de todos os outros benefícios que podem nos trazer. Foi então que conheci o ballet e simplesmente me apaixonei. Adorei ver aquelas meninas dançando e o ritmo diferente das músicas me encantava.

Foi ali que conheci um mundo novo, cheio de alegrias, mas também de muita competitividade, companheirismo, enfim, estava começando a conhecer a vida. Aprender a lidar com as pessoas, as mais diferentes possíveis, como sempre temos que fazer em todos os momentos do nosso dia-a-dia.

O ballet conviveu comigo durante muitos anos e como fui feliz: dentro da sala de aula e também nos palcos. A adolescência chegou, toda a transformação natural aconteceu e aí consegui manter um corpo saudável, dentro de um peso adequado (nunca fui esquelética, até porque tenho a estrutura óssea bem larga), praticava minhas atividades físicas e vivia de bem com a vida. Depois de me formar continuei trabalhando dando aulas e aquilo era minha locomotiva.

Com o passar dos anos, minha mãe começou a ficar doente e eu acabei deixando de trabalhar para ajudar a cuidar dela e da casa. Nunca me arrependi disso. Fiz e faria tudo novamente sem questionar, mas foi aí que eu não tive estrutura para ficar em casa e manter-me na linha. Abandonei toda forma de exercício de uma vez. Em casa, tudo era motivo para comer e comer... então.... a vida foi passando, os anos, o casamento, a primeira gravidez e os quilos chegando. Eu sempre naquele pensamento: quando eu quiser é só controlar um pouco que eu volto ao meu peso.

Foi então que no início do ano de 2005, quando vi as fotos tiradas no último natal, fiquei horrorizada com o que vi... fiquei muito triste de me ver naquelas fotos e então resolvi mudar. Naquela época tinha saído o livro da Dieta dos Pontos e então me interessei. Comprei e li em pouco tempo, achei que ali estava uma forma de me ajudar. Resolvi que iria mudar e mudei: controlava tudo direitinho e comecei a emagrecer. Minha mãe já estava bem adoentada e passando por um processo de várias internações e eu sempre atrás. Fui conhecendo um pouco mais do que o diabetes fez com minha mãe: acabou com seus rins, sua visícula, suas vistas e ajudou a complicar ainda mais seus problemas cardíacos.

Nessa fase eu emagreci muito e logo após o falecimento da minha mãe, para ser exata 15 dias depois, comecei a sentir fortes dores abdominais e descobri que estava com pedras na visícula, fiz uma cirurgia para retirá-la e com o pós operatório, mais quilos foram embora.

Um dia assistindo um pouco de televisão, vi um documentário falando sobre as consequências da obesidade, tudo o que ela pode causar e também que o diabetes pode se desenvolver por causa da obesidade e então tive medo de engordar novamente e desenvolver dentro de mim esse grande assassino. Ao contrário de manter-me como estava, trinta quilos mais magra que no início do ano, comecei a engordar novamente... não tinha forças para anotar meus pontos como no início e então me perdi novamente. Hoje recobrei meus 30 quilos e o medo de desenvolver certas doenças por causa disso, confesso à vocês me assusta demais. Sei que muitas pessoas magrinhas também ficam doentes, não tenho medo da doença em si, mas sim, de me sentir culpada por ter contribuído para o seu desenvolvimento.

Por isso, espero agora encontrar a força necessária para recomeçar e seguir em frente. Quero encontrar o meu equilíbrio e o meu bem-estar. Tenho inúmeros motivos para ser feliz e sou, tenham certeza disso; mas, essa questão mexe muito e me desestabiliza...
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Já vi e li várias reportagens dizendo que a dieta dos pontos pode ser considerada de risco pois se a pessoa comer apenas alimentos considerados de baixo valor nutricional, mas se mantiver dentro da meta de pontos diários ela vai emagrecer, mas não manterá sua boa saúde. Dizem que ela não é uma reeducação alimentar correta. Eu acho que a dieta dos pontos serve para nos orientar na quantidade que cada um deve comer para poder emagrecer. Cabe a cada um fazer as melhores escolhas. Fiz e deu muito certo. Se não consegui manter foi uma consequencia pessoal minha. Na época em que segui essa dieta, me alimentava de uma maneira muito mais saudável e sentia-me bem.

Por isso, agora quero retomar minha caminhada e decidi que a dieta dos pontos será minha grande companheira novamente.

Depois colocarei os links para aqueles que desejem iniciar essa caminhada. Para mim valeu a pena e tenho certeza valerá de novo...